O Roland Garros 2026 abre sua programação com o início do qualifying a partir do dia 18 de maio, uma semana antes do começo da chave principal, que será disputada entre 24 de maio e 7 de junho. Considerado o principal torneio do circuito no saibro, o evento reúne a elite mundial e volta a contar com presença brasileira relevante em diferentes frentes.
Na chave principal, o Brasil já tem dois representantes garantidos. No masculino, João Fonseca assegurou vaga direta entre os melhores do ranking, consolidando sua ascensão no circuito. No feminino, Beatriz Haddad Maia segue como principal nome do país, mantendo regularidade nas grandes competições.
O país também terá cinco atletas no qualifying, etapa que define as últimas vagas para o torneio. Entre os homens, disputam a fase prévia Felipe Meligeni Alves, Gustavo Heide, João Lucas Reis da Silva e Pedro Boscardin Dias. Meligeni retorna utilizando ranking protegido após período afastado por lesão e traz na bagagem a experiência de ter avançado ao quadro principal em 2024, quando enfrentou Casper Ruud. Heide também já conhece o caminho do quali em Paris e busca repetir o desempenho de edições anteriores, enquanto Boscardin estreia nesse nível, após bons resultados no circuito juvenil.

No feminino, a responsabilidade fica com Laura Pigossi, atual número 217 do mundo e medalhista olímpica. A brasileira já superou o qualifying em Roland Garros e tenta repetir o feito em uma edição especialmente desafiadora. A fase prévia reúne nomes de peso que buscam recuperação no ranking, como Paula Badosa, Karolina Pliskova, Sloane Stephens, Anastasia Pavlyuchenkova e Bianca Andreescu, o que eleva consideravelmente o nível técnico da disputa.
Outro brasileiro que aparece na lista é Thiago Wild, como alternate. O paranaense ocupa posição distante na fila de entrada e depende de desistências para ter chance de participar do qualifying.
No masculino, a fase prévia também contará com nomes experientes como Grigor Dimitrov e Nicolás Jarry, além de jovens promessas do circuito, aumentando ainda mais a competitividade.
Caso algum dos brasileiros supere as três rodadas do qualifying, o país poderá ampliar sua presença na chave principal. Em 2024, o Brasil teve seis representantes no torneio, sendo quatro oriundos da fase prévia, melhor marca desde 1988. O cenário atual mantém a expectativa por uma campanha consistente no saibro francês, combinando experiência e renovação no circuito internacional.

